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Após os balanços da criminalidade no primeiro semestre, o desempenho da gestão Ronaldo Caiado, em Goiás, assustou os marconistas, acostumados com uma administração desastrada nesta área.

É notório que existem dois momentos na criminalidade em Goiás: antes de Marconi e depois de Marconi.

Antes, conforme dados do “Mapa da Violência”, do Instituto Sangari, Goiás estava dentre os estados menos violentos – ocupava a 16 ª posição.

Nos anos Marconi chegou a ocupar o terceiro lugar em alguns índices e se isolou na liderança dos estados mais violentos da região Centro-Oeste.

Mas o dado que está mais deixando os marconistas intrigados é o fim por completo do chamado “Novo Cangaço” – a prática de explosão de bancos e verdadeira arruaça nas cidades do interior.

O nome remete ao caos instalado nos municípios pelos grupos e seguidores de Lampião no Nordeste, líder do banditismo no início do século passado.

É preciso recordar o terror recente em Goiás: em 22 de setembro, um grupo explodiu um terminal e atirou na fachada de prédios, no setor Oeste, em Goiânia.

Acredite: a cena ocorreu em plena praça Tamandaré, no coração de Goiânia.

Dias antes explodiram um caixa dentro do Cemitério Jardim das Palmeiras, também em Goiânia.

Isso mesmo que você leu: em um cemitério, onde ocorrem velórios e enterros de entes queridos.

Nove pessoas foram feitas reféns na ocasião.

E assim foi durante toda gestão de Marconi Perillo e José Eliton.

Completamente imobilizados, os governantes virão os criminosos pintarem o sete no Estado.

Não custa nada lembrar: hás dois anos, a população de São Miguel do Araguaia entrou em pânico com intenso tiroteio nas ruas.

O leitor do Goias360.com não pode esquecer: pelo menos 15 pessoas ficaram feridas. Uma mulher morreu. E, para variar, ninguém foi preso.

A tristeza da família da assessora Viviane Costa Ferreira, de 27 anos, que trabalhava na sede do Ministério Público da cidade, não tem preço.

Ela foi vítima de uma guerra que Goiás enfrentava todos os dias.

Não faltam vídeos para mostrar os momentos das explosões e o desespero da população diante destas alta criminalidade.

Claro, não faltam manchetes no Google – cada uma mais desesperadora que a outra.

Mas detalhe: saiu Marconi Perillo e entrou Ronaldo Caiado e a explosão de bancos reduziu drasticamente. Alguns dizem que acabou.

Guarde este número: ocorreu uma queda de 70,59% dos roubos nestas instituições financeiras.

A ação simplesmente desapareceu do mapa com a “simples” troca do governador.

ÚLTIMA MANCHETE

Experimente lembrar da última manchete sobre esta prática de crime. Caiado não zerou, mas quase extirpou a incidência em apenas seis meses.

Pois bem, os marconistas querem saber como.

Um delegado de polícia que acompanhou uma reunião de Caiado com a cúpula da segurança pública em janeiro ouviu um “papo reto” sobre o assunto.

Segundo o delegado, Caiado teria mostrado os mapas das explosões recentes, os alvos de organizações criminosas e respectivas cidades e bairros, dado um prazo para a polícia prendê-los e afirmado: “Se prender, avisa que aqui não vão explodir mais bancos e colocar terror nas cidades. Se acontecer novamente nós vamos agir na legalidade. Mas nosso efetivo vai agir. E quando agir…Podem esperar”.

Os grupos presos, diante do “pedido” do governador, entregaram onde estavam seus estoques de explosivos: o Governo de Goiás apreendeu 220 quilos nos últimos três meses.

O papo reto funcionou. Além da desarticulação das organizações criminosas, realizada pelo secretário Rodney Mirada e policiais civis e militares, “reza a lenda” que o governador teria orientado os auxiliares para mostrar aos bandidos o limite e fronteira do Estado.


“Quem voltar vai se arrepender”, disse o delegado, que se espantou com a estratégia montada.

Fonte : goias360.com

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